Sony Proibiu Jonah Hill de Tocar no PS2 Durante Superbad
- Gustavo Santos
- 6 meses atrás
A Sony proibiu Jonah Hill de tocar no PlayStation 2 durante as filmagens de Superbad devido à preocupação de que o comportamento exagerado de seu personagem pudesse impactar negativamente a imagem da marca, evidenciando a tensão entre criatividade e branding na indústria do entretenimento.
Você sabia que a Sony proibiu Jonah Hill de tocar no PlayStation 2 durante as gravações de Superbad? A decisão gerou polêmica e curiosidade entre os fãs.
Seth Rogen, um dos protagonistas, revelou a razão por trás dessa exigência inusitada.
Motivo da Proibição
Durante uma conversa no evento South by Southwest, Seth Rogen compartilhou uma curiosidade que deixou muitos fãs de Superbad surpresos. A Sony, que cofinanciou o filme, decidiu que Jonah Hill não poderia tocar em um PlayStation 2 durante as filmagens. O motivo? O estúdio considerava o personagem Seth, que foi inspirado em Rogen, “repreensível demais” para estar associado a uma marca tão icônica.
Rogen disse: “Nos disseram que o personagem era tão vil que Jonah não podia tocar em um PlayStation”. Essa decisão foi uma exigência direta da Sony, preocupada com a imagem da marca e como ela poderia ser afetada pelo comportamento exagerado e cômico do personagem.
O pedido de proibição, embora possa parecer exagerado, reflete a preocupação do estúdio em manter uma imagem positiva e alinhada aos valores da marca. Afinal, a Sony queria garantir que seu produto não fosse associado a comportamentos que poderiam ser considerados negativos ou ofensivos.
Além disso, essa situação trouxe à tona a relação complexa entre a indústria do cinema e a de games, especialmente quando se trata de branding e marketing. O fato de que o personagem de Rogen era tão próximo dele, mas ainda assim considerado inapropriado para a marca, levanta questões interessantes sobre como as empresas gerenciam suas identidades e associações.
Embora Rogen tenha achado o pedido ofensivo inicialmente, ele e a equipe de produção acabaram acatando a exigência do estúdio. Isso demonstra como, em um ambiente de produção, as decisões de negócios muitas vezes podem sobrepor a criatividade e a liberdade artística.